Comunicação não pode ser tratada como um conjunto de ações isoladas.
Ela precisa estar conectada ao que a organização pretende alcançar, à forma como deseja ser percebida e às decisões que toma em cada ponto de contato com seus públicos.
É a partir dessa visão que desenvolvi meu trabalho de Direção Estratégica da Comunicação.
A experiência em televisão, rádio, jornais e portais trouxe uma compreensão prática sobre informação, narrativa, relevância e percepção pública.
A atuação em publicidade e marketing ampliou essa visão para posicionamento, estratégia, públicos e construção de valor.
A experiência junto a organizações públicas e privadas trouxe outra dimensão: comunicar sob objetivos reais, diferentes interesses, níveis de exposição e necessidade de coerência.
A integração dessas experiências formou a base do meu trabalho atual: olhar a comunicação como parte da estratégia da organização, e não apenas como execução.
Antes de decidir o que comunicar, é preciso entender o que a organização quer alcançar.
A organização precisa sustentar uma mesma direção em diferentes áreas, canais e públicos.
Uma boa direção precisa chegar à prática e orientar quem executa.
Comunicação estratégica não termina em um plano. Ela precisa acompanhar mudanças, resultados e novos desafios.
Vamos conversar?
Se sua organização precisa transformar comunicação fragmentada em uma direção estratégica clara, o primeiro passo é entender o cenário.